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Morador carregando um carro elétrico na garagem do prédio

Para incorporadoras e construtoras

A garagem já sai pronta para o carro elétrico.

Todas as vagas preparadas ainda na obra. O carregador entra depois — sem quebrar garagem, sem assembleia e sem aumentar a entrada de energia do prédio.

Estamos selecionando incorporadoras para os primeiros empreendimentos entregues com a garagem preparada.

O mercado

O carro elétrico está chegando mais rápido que os prédios.

Em 2021, eletrificados eram 1,8% dos carros novos vendidos no Brasil. Em 2026 já são 17,3% — e a projeção é de mais de 50% de crescimento ao ano até 2030. Um empreendimento lançado hoje será entregue a moradores que já estarão trocando de carro.

1,8% 2021 2,5% 2022 4,3% 2023 7,2% 2024 11,1% 2025 17,3% 2026

Participação de eletrificados nas vendas de veículos novos no Brasil · Fonte: ANFAVEA · 2026 projetado

>50%de crescimento ao ano projetado até 2030
~10×o tamanho do mercado de 2021, em cinco anos
30 anosé a vida útil da garagem que está sendo concretada agora

O que acontece hoje

O problema aparece depois da entrega das chaves.

A vaga é do morador. A parede, o cabo, o quadro e a energia são do condomínio. Por isso instalar um carregador depois da mudança nunca é uma decisão de quem comprou o carro — é uma negociação com o prédio inteiro, e ela costuma levar meses.

Vira obra em área comumPrumada nova, cabo aparente pela garagem, quebra e recomposição — com o prédio já habitado.
Vira pauta de assembleiaProjeto elétrico, autorização, e a discussão de quem paga o quê entre quem tem e quem não tem carro elétrico.
Vira briga de vizinhoQuem não tem carro elétrico não vê por que autorizar obra na área comum, nem por que dividir o custo de uma infraestrutura que não vai usar.
Vira problema do síndicoÉ ele quem recebe o pedido, leva à assembleia e administra o desgaste. E quando o segundo e o terceiro morador pedirem, tudo recomeça do zero.

A ideia

Uma placa em cada vaga — não em algumas.

Com a parede ainda aberta, o ponto entra no traçado que já está sendo puxado. O cabeamento chega a todas as vagas na obra; o disjuntor pode entrar junto ou só no dia em que o morador contratar o carregador. Depois disso, o carregador encaixa na placa — sem passar cabo e sem abrir terminal.

Placa de fixação vista de frente
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A placa

Uma em cada vaga, fixada na parede e ligada uma única vez, junto com a elétrica do prédio.

Tampa cega que fecha a placa
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A tampa cega

Fecha a placa. Sem carregador aparente, sem manutenção — e sem energia até alguém instalar.

Carregador entrando no trilho da placa
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Entra no trilho

O corpo do carregador desce pelos trilhos laterais da própria placa.

Carregador travado na placa
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Trava

O contato elétrico se faz sozinho no encaixe. Ninguém abre terminal, ninguém passa cabo.

Balanceamento de carga

A entrada de energia do prédio não precisa crescer.

O consumo do edifício sobe e desce ao longo da noite. O sistema mede essa folga em tempo real e entrega aos carros o que sobra abaixo do limite da entrada — em vez de reservar uma cota fixa que desperdiça energia quando poucos carros estão ligados.

LIMITE DA ENTRADA 22H A NOITE 6H
consumo do prédio os carros
O controle mora no prédio: continua balanceando com a internet fora do ar
Camadas de proteção independentes, para o disjuntor geral não abrir
Aceita carregador de outras marcas, via OCPP
Hardware e software desenvolvidos internamente, aqui no Brasil
com inteligência artificial

E o sistema deixa de só reagir.

Balancear é repartir a folga que existe agora. Com o modelo preditivo, o sistema passa a conhecer o comportamento do próprio edifício — quanto ele consome em cada hora da noite — e quanto cada carro ainda precisa até de manhã. Com isso ele planeja a noite inteira de uma vez, em vez de corrigir a cada minuto, e chega mais perto do limite da entrada sem sustos.

Conhece a curva do prédioAprende a folga de cada hora antes de ela acontecer, em vez de descobrir depois.
Conhece cada carroQuanto ainda falta e em quanto tempo — para priorizar quem realmente precisa.
Planeja a noiteDistribui a recarga ao longo das horas em que o prédio está parado.
Aproveita mais a mesma entradaMais carros atendidos sem obra de aumento de carga no edifício.
Morador acompanhando a recarga pelo aplicativo, na garagem do prédio

Medição e cobrança

Cada morador paga o que carregou.

Toda recarga é medida por sessão — kWh, horário e duração — e fica vinculada a quem carregou. Sem rateio na taxa, sem planilha do síndico, sem discussão de quem usou mais.

  • Cobrança por WhatsApp, QR Code ou aproximação
  • Faturamento automático, ou integrado à taxa condominial
  • Relatório pronto para o síndico e recibo por e-mail para o morador
  • Funciona por Bluetooth mesmo onde a garagem não tem sinal

Quem ganha o quê

Três pessoas param de ter um problema.

O comprador

Não precisa decidir nada hoje

Quem chega com carro elétrico liga e usa. Quem chega sem, não paga por nada — e no dia em que trocar de carro, a vaga dele já está pronta. É a única decisão da compra que dá para adiar sem se arrepender.

O síndico

Nunca vai precisar dizer “não dá”

O pedido de instalar um carregador na vaga chega já respondido: sem obra em área comum, sem pauta de assembleia, sem rateio de energia de carro. A conta vai direto para quem carregou.

A incorporadora

Responde uma pergunta que já está sendo feita

O comprador de alto padrão já pergunta onde vai carregar. Hoje a resposta do mercado é “não tem” — ou “duas vagas lá no fundo”. Com a garagem preparada, a resposta é a garagem inteira.

Memorial descritivo · Garagem

  • Piso em concreto polido, vagas demarcadas
  • Portão automático com controle individual
  • Iluminação em LED com sensor de presença
  • Todas as vagas preparadas para recarga de veículo elétrico
  • Vagas de visitante junto ao acesso

E o que sobra disso

No fim, é uma linha no memorial.

Um carregador não muda o resultado de um lançamento — incorporadora vende apartamento, não carregador.

O que muda é o que o corretor responde quando o cliente perguntar onde ele vai carregar o carro.

Hoje essa resposta é “não tem”, ou “tem duas vagas lá no fundo, e você divide com o prédio”. Numa garagem preparada, a resposta é a vaga que o cliente acabou de comprar — e isso o corretor fala na primeira visita, não na entrega das chaves.

É uma linha que hoje quase nenhum concorrente pode escrever. E ela não custa uma obra: custa uma decisão tomada cedo.

Vamos conversar

Qual empreendimento você entregaria assim?

Mostramos o conceito completo em 20 minutos, com a engenharia do seu projeto na mesa. Sem compromisso e sem proposta na primeira conversa.