
Para incorporadoras e construtoras
Todas as vagas preparadas ainda na obra. O carregador entra depois — sem quebrar garagem, sem assembleia e sem aumentar a entrada de energia do prédio.
Estamos selecionando incorporadoras para os primeiros empreendimentos entregues com a garagem preparada.
O mercado
Em 2021, eletrificados eram 1,8% dos carros novos vendidos no Brasil. Em 2026 já são 17,3% — e a projeção é de mais de 50% de crescimento ao ano até 2030. Um empreendimento lançado hoje será entregue a moradores que já estarão trocando de carro.
Participação de eletrificados nas vendas de veículos novos no Brasil · Fonte: ANFAVEA · 2026 projetado
O que acontece hoje
A vaga é do morador. A parede, o cabo, o quadro e a energia são do condomínio. Por isso instalar um carregador depois da mudança nunca é uma decisão de quem comprou o carro — é uma negociação com o prédio inteiro, e ela costuma levar meses.
A ideia
Com a parede ainda aberta, o ponto entra no traçado que já está sendo puxado. O cabeamento chega a todas as vagas na obra; o disjuntor pode entrar junto ou só no dia em que o morador contratar o carregador. Depois disso, o carregador encaixa na placa — sem passar cabo e sem abrir terminal.

Uma em cada vaga, fixada na parede e ligada uma única vez, junto com a elétrica do prédio.

Fecha a placa. Sem carregador aparente, sem manutenção — e sem energia até alguém instalar.

O corpo do carregador desce pelos trilhos laterais da própria placa.

O contato elétrico se faz sozinho no encaixe. Ninguém abre terminal, ninguém passa cabo.
Balanceamento de carga
O consumo do edifício sobe e desce ao longo da noite. O sistema mede essa folga em tempo real e entrega aos carros o que sobra abaixo do limite da entrada — em vez de reservar uma cota fixa que desperdiça energia quando poucos carros estão ligados.
Balancear é repartir a folga que existe agora. Com o modelo preditivo, o sistema passa a conhecer o comportamento do próprio edifício — quanto ele consome em cada hora da noite — e quanto cada carro ainda precisa até de manhã. Com isso ele planeja a noite inteira de uma vez, em vez de corrigir a cada minuto, e chega mais perto do limite da entrada sem sustos.
Medição e cobrança
Toda recarga é medida por sessão — kWh, horário e duração — e fica vinculada a quem carregou. Sem rateio na taxa, sem planilha do síndico, sem discussão de quem usou mais.
Quem ganha o quê
Quem chega com carro elétrico liga e usa. Quem chega sem, não paga por nada — e no dia em que trocar de carro, a vaga dele já está pronta. É a única decisão da compra que dá para adiar sem se arrepender.
O pedido de instalar um carregador na vaga chega já respondido: sem obra em área comum, sem pauta de assembleia, sem rateio de energia de carro. A conta vai direto para quem carregou.
O comprador de alto padrão já pergunta onde vai carregar. Hoje a resposta do mercado é “não tem” — ou “duas vagas lá no fundo”. Com a garagem preparada, a resposta é a garagem inteira.
Memorial descritivo · Garagem
E o que sobra disso
Um carregador não muda o resultado de um lançamento — incorporadora vende apartamento, não carregador.
O que muda é o que o corretor responde quando o cliente perguntar onde ele vai carregar o carro.
Hoje essa resposta é “não tem”, ou “tem duas vagas lá no fundo, e você divide com o prédio”. Numa garagem preparada, a resposta é a vaga que o cliente acabou de comprar — e isso o corretor fala na primeira visita, não na entrega das chaves.
É uma linha que hoje quase nenhum concorrente pode escrever. E ela não custa uma obra: custa uma decisão tomada cedo.
Vamos conversar
Mostramos o conceito completo em 20 minutos, com a engenharia do seu projeto na mesa. Sem compromisso e sem proposta na primeira conversa.